Anglicanas, católicas, luteranas, menonitas, metodistas, irmanadas em Cristo e evangélicas livres, integrantes do coletivo Sororidad, Ecumenismo e Democracia, analisaram a importância de acordos humanitários para países em guerra, como é o caso da Colômbia há mais de 50 anos, e como poderiam contribuir para a paz.
A diretora do Comitê Latino-Americano para a Defesa dos Direitos das Mulheres (Cladem), Norma Enriquez e Jenny Neme, diretora da Justapaz, organismo da Igrea Menonita, compartilharam seus conhecimentos sobre o tema para as colegas.
O encontro teve início com estudo do livro de Ester, que também serviu de devocional. Assim como Ester, que foi corajosa e salvou o seu povo, mulheres cristãs devem estar dispostas da defender a vida num país como a Colômbia, onde o custo de vida sobe diariamente, enquanto o valor da vida se deteriora.
Às mulheres foi explicado o conteúdo do Direito Internacional Humanitário, como forma de evitar que atores armados ataquem civis na guerra. Na Colômbia, viram, morrem mais civis do que combatentes.
As participantes comprometeram-se a prestar orientação em suas congregações voltada para alternativas de paz e de justiça. Só assim, entendem, será possível avançar na construção de caminhos para transformar a sociedade, sem que direitos e liberdade sejam apenas palavras vazias.
(Fonte ALC)
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