Participantes da Conferência visitam o Parlamento
sexta-feira, junho 4th, 2010Por Antonio Carlos Ribeiro
Delegados à Conferência Mundial de Missão 2010 visitaram, ontem à noite, o Parlamento Escocês, em Edimburgo. O presidente da casa, Alex Fergusson, deu as boas-vindas aos representantes das igrejas, organismos ecumênicos, instituições eclesiais e jornalistas.
Fergusson descreveu a construção do edifício do Parlamento, iniciada em junho de 1999, o primeiro debate dos seus membros no dia 7 de setembro de 2004 e sua abertura oficial, com a presença da rainha Elizabeth, em 9 de outubro de 2004. O edifício foi projetado pelo arquiteto espanhol Enric Miralles, inspirado num quadro da Sagrada Família. Ele faleceu, contudo, antes da conclusão do prédio.
De 1999 até a inauguração do prédio, os grupos de trabalho do Parlamento escocês foram alojados no salão da Assembleia Geral da Igreja da Escócia. Os escritórios administrativos de apoio do Parlamento foram acomodados em edifícios alugados na cidade, até que o novo edifício pudesse reunir os 129 parlamentares e mais de 1 mil assessores parlamentares.
A construção do prédio provocou muitos debates de políticos, da mídia e do povo sobre a localização do prédio, o arquiteto, a arquitetura e a empresa encarregada da construção.
O prédio reúne paredes históricas do período clássico e a nova construção de concreto, aço, madeira, mármore e vidro. Apesar das críticas, a construção foi elogiada por acadêmicos e arquitetos, chegando a ganhar prêmios.
(Fonte ALC)



Por Paulo Cesar Giordano*
A espiritualidade como experiência de Deus e de si mesmo nasce de uma necessidade de se ordenar a própria vida. Essa espiritualidade, porém, não acontece repentinamente. Isso supõe uma conversão, que é antecedida por uma fase de preparação, um tempo para se dar conta da necessidade de uma mudança profunda e genuína, ao se compreender como alguém que se encontra distante de Deus.
Rezar pelo bem do parceiro aumenta as chances de perdoá-lo quando a oração for feita na proximidade de conflitos. É o que mostra um estudo realizado por pesquisadores da Universidade da Flórida, nos Estados Unidos. As pessoas deveriam, em primeiro lugar, fazer uma descrição da pessoa por quem fariam a oração. Depois de apenas uma oração, os voluntários se mostraram mais dispostos a compreender o ponto de vista do outro e aceitar suas desculpas. O grupo de controle apenas descreveu o parceiro antes de ser avaliado. O artigo, publicado na revista Psychological Science, descreve também um segundo experimento no qual os voluntários fizeram orações diárias para um amigo próximo durante quatro semanas. Neste caso, foram avaliadas a empatia e a preocupação com o outro – uma característica que também aumentou em comparação ao comportamento de voluntários que apenas descreveram o amigo. Os autores discutem o poder apaziguador da prece e a função social da espiritualidade.
Deu na coluna do Aselmo Gois ontem (21).
Por Juan Michel/CMI