Igreja Luterana na Finlândia elege primeira bispa
quinta-feira, junho 10th, 2010Por Antonio Carlos Ribeiro
A Igreja Evangélica Luterana da Finlândia (ELCF) elegeu, pela primeira vez, uma bispa, a pastora Irja Askola, que assumirá a congregação de Helsinque.
O secretário-geral da Federação Luterana Mundial (FLM), Ishmael Noko, felicitou, hoje, Askola e a Igreja pela eleição.
Askola, 57 anos, era assistente do bispo da diocese de Espoo. Ela trabalhou na Conferência das Igrejas da Europa de 1991 a 1999, baseada em Genebra. Em 1975, concluiu mestrado em Teologia e foi ordenada pastora em 1988. Sua paróquia de origem é Alppila.
Noko destacou que a bispa eleita Askola “é bem conhecida no mundo ecumênico e traz sua enorme experiência ecumênica para seu novo cargo”. Noko disse: “Nós sabemos que ela é comprometida com o ministério, inclusive de homens e de mulheres, em toda a igreja”.
A nova bispa foi eleita em segundo turno, na votação ocorrida na quinta-feira, 3, conquistando o posto com 591 votos, enquanto seu concorrente, o reverendo Matti Poutiainen, alcançou 567 votos.
O bispo Eero Huovinen, que liderou a diocese de Helsínque desde 1991, vai se aposentar no outono próximo. Ele também é vice-presidente da FLM para a região nórdica. Askola assumirá o novo cargo em setembro.
As mulheres já são ordenadas na Finlândia desde 1986, mas embora algumas tenham sido indicadas para o episcopado, inclusive Askola, nenhuma chegou à votação final.
A ELCF tem cerca de 4,5 milhões de membros, representando mais de 80% da população da Finlândia, e se associou à FLM em 1947.
(Fonte ALC)
Em seu segundo dia de atividades, na noite de quinta-feira (20), a Semana de Teologia 2010 apresentou, no auditório G2, a conferência “A mística cristã na contemporaneidade”, realizada pela professora de Teologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), Maria Clara Bingemer.
A campanha, nascida na Itália, já percorre o mundo para incentivar a entrega do Prêmio Nobel da Paz de 2011 para as mulheres africanas. A proposta é da CIPSI, coordenação de 48 associações de solidariedade internacional, e da ChiAma África, surgida no Senegal, em Dakar, durante o seminário internacional por um Novo Pacto de Solidariedade entre Europa e África, que aconteceu de 28 a 30 de dezembro de 2008.
O último réu a ser julgado pelo assassinato da missionária americana Dorothy Stang foi condenado nesta última sexta a 30 anos de prisão por homicídio duplamente qualificado. O julgamento do fazendeiro Regivaldo Pereira Galvão, o Taradão, foi realizado no plenário do Tribunal de Justiça do Pará. Ele era acusado de ser um dos mandantes da morte da americana, junto com o também fazendeiro Vitalmiro Bastos de Moura, o Bida (já julgado e condenado).
Por Cristine Gerk