Posts Tagged ‘Papa Bento 16’

Solidariedade ao papa

segunda-feira, maio 10th, 2010

A Arquidiocese do Rio de Janeiro, em espírito de comunhão com toda a Igreja Católica, realizará um Ato de Solidariedade ao Papa Bento XVI, no dia 16 de maio, a partir das 17h, na Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé, no Centro da Cidade.

Todos os Presbíteros, Diáconos, Religiosos, Seminaristas e Leigos, pertencentes a todas as Paróquias, Pastorais, Movimentos e Associações estão convidados para o Evento. O objetivo principal deste Ato Solene é promover a unidade ao redor do Papa Bento XVI, para sustentá-lo em seu ministério, exprimindo afeto e gratidão pela sua paixão por Cristo e pela humanidade inteira, em sintonia com toda a Igreja, que estará reunida neste dia em Roma e em outras cidades do Brasil e do mundo.

Confira a programação:

17h – Concentração
17h30min – Introdução e cantos
18h – Transmissão do encontro de Associações e Movimentos com o Papa, na Praça de São Pedro
18h30min – Saudação do Arcebispo Dom Orani e Missa
A Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé fica à Rua Sete de Setembro, 14, no Centro.

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Cochilo na missa

sábado, maio 8th, 2010

O Papa Bento XVI cochilou durante a missa celebrada em Floriana, Malta, e teve que ser acordado pelo mestre das Celebrações Litúrgicas Pontifícias, monsenhor Guido Marini.

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Sentir na Igreja: transparência e verdade

quarta-feira, março 31st, 2010

Por Maria Clara Lucchetti Bingemer

Para os que amamos a Igreja e temos nela e com ela um mesmo sentir, os recentes acontecimentos que a mídia não cessa de explorar minuciosa e, às vezes, um tanto cruelmente são por demais dolorosos. A meu ver, quem melhor expressou isto foi o grande escritor católico francês Georges Bernanos. Residindo na Espanha nos anos 30, assistiu, horrorizado, aos massacres que os católicos perpetravam tanto quanto os comunistas na Guerra Civil Espanhola. E escreveu desolado, referindo-se à sua amada Igreja: “É dela que tudo recebi, nada pode atingir-me senão através dela”.

Tudo que diremos aqui, portanto, tem este amor e esta dor como pano de fundo e deverá ser entendido sob esta luz e não outra. Sabemos por experiência de nosso próprio pecado quão profunda é a verdade de que a Igreja é santa e pecadora. Santa pelo Espírito que a anima e conduz; pecadora porque, incluindo-nos a todos nós, nos acolhe como somos, com nosso pecado e nossa indigência. No entanto, esse pecado não nos provoca desesperança, e sim gozo. Podemos experimentá-lo inseparável do perdão e da redenção abundantes com os quais somos ungidos pelo próprio Jesus Cristo em sua Encarnação e Páscoa. Sempre chamada à conversão, e sempre generosamente perdoada por seu Senhor, a Igreja aí permanece, há mais de vinte séculos, sobrevivente a todos os seus detratores e a todas as suas crises. (mais…)

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Charge sobre a pedofilia na Igreja

domingo, março 28th, 2010

A chapa está quente! O Jornal Folha de São Paulo publicou uma charge do Angeli di 22 de março com o título “Pedofilia, Amém”.  A CNBB respondeu.

“Foi com estranheza e indignação que a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) recebeu a publicação, por este conceituado jornal, de duas charges, nas edições de segunda e terça-feira, dias 22 e 23 de março”, escreve Dom Dimas Lara Barbosa, bispo auxiliar do Rio de Janeiro, secretário-geral da CNBB, em carta pubicada no jornal Folha de S. Paulo, 28-03-2010.

“As referidas charges, ao fazerem referência aos casos de pedofilia envolvendo padres e religiosos da Igreja Católica, foram extremamente ofensivas e desrespeitosas para com o papa Bento 16, os bispos e toda a igreja.

O papa, ao reconhecer publicamente os erros de membros da igreja e ao pedir perdão por essa prática, que, sem dúvida, maculou a imagem da própria igreja, não merecia esse tratamento. Lamentamos muito que a Folha de S.Paulo, que sempre primou pela ética, tenha sido veículo para esse tipo de mensagem, que fere grande parte do povo brasileiro, tão católico em sua vida e em sua história e que, certamente, sofre muito, nesses momentos difíceis, e ora pelas vítimas e seus familiares, pelos culpados, mas também pelas dezenas de milhares de sacerdotes que, no mundo todo, procuram honrar a sua vocação.”

No blog Conteúdo Livre tem artigo pertinente de João Pereira Coutinho que leva o título de “Padres e Pedófilos”.

(Com fonte IHU)

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Papa participa de culto ecumênico na Christuskirche

quarta-feira, março 17th, 2010

Por Antonio Carlos Ribeiro

O papa Bento XVI visitou neste domingo, dia 14, a Christuskirche (Igreja de Cristo), a Igreja Luterana de Roma, onde participou de uma celebração ecumênica. A presidente da comunidade convidou-o a “se sentir em casa”. e deverá se reunir com membros da comunidade protestante. João Paulo II visitou esta Igreja em 1983, durante os festejos dos 500 anos do nascimento de Lutero. A comunidade Luterana de Roma já havia convidado o papa em 2008, quando completaram-se os 25 anos da visita de João Paulo II à Christuskirche, na Via Sicilia.

O Papa Bento XVI foi recebido às 17h30 locais (13h30 em Brasília) pela senhora Doris Esch, presidente da Comunidade Luterana de Roma. Ela o convidou, em tom cordial, a “se sentir em casa” e recordou a visita feita pelo seu antecessor, João Paulo II, em 1983 por ocasião da celebração dos 500 anos do nascimento de Martinho Lutero. Ela testemunhou que aquele foi um fato muito importante para a comunidade luterana, “que nos encorajou a caminhar pela via do ecumenismo”.

Após a recepção, o Papa se dirigiu à igreja para participar de uma cerimônia ecumênica, presidida pelo pároco local, o pastor Jens-Martin Kruse. No comentário à 1ª carta aos Coríntios, Kruse falou da unidade entre as Igrejas cristãs, que apesar de suas “divisões e opressões” sabem ser próximas umas das outras, sobretudo nos momentos de sofrimento e dor. Ele enfatizou que “no caminho com Jesus Cristo, nós cristãos somos exortados pelo apóstolo Paulo a não ficar cada um de um lado, mas juntos”.

Papa Bento XVI pronunciou uma homilia sobre a passagem do Evangelho de João 12.20-26, sobre a necessidade de que o grão morra na terra para dar muito fruto. “Se nós nos relacionarmos assim, se na dor estivermos juntos e se dividirmos e celebrarmos unidos a alegria na fé, este será um passo fundamental para tornar visível e eficaz a unidade que vivemos”, ressaltou o líder católico.

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“Alma Mater” – A voz de Bento XVI em um CD musical

quarta-feira, dezembro 2nd, 2009

A voz do papa em latim, italiano, português, francês e alemão está pela primeira vez em um CD musical, que estará à venda a partir de 29 de novembro e que foi apresentado ontem em Roma. O CD se chama “Alma Mater” e é uma colectânea de oito composições inéditas de música sacra moderna, com orações, ladainhas e cantos marianos. Parte do lucro da venda do álbum será destinada à educação musical das crianças pobres em todo o mundo.

No “Alma Mater”, Bento XVI lê e canta trechos e orações acompanhado do Coral da Academia Filarmónica romana na Basílica de S. Pedro. Como precisou Padre Lombardi, director da Sala de Imprensa da Santa Sé, a voz do Papa ocupa quase 10 dos 49 minutos totais do CD. Não é um disco do Papa, notou Pe. Lombardi, não obstante seja inspirado na sua espiritualidade e na sua devoção mariana. A Royal Phlimarmonic Orchestra acompanha todas as faixas.

Quer ouvir? Então clique nas faixas.

(com fonte Spe Deus e UOL)

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Catholics Come Home

terça-feira, outubro 13th, 2009

A organização norte-americana Catholics Come Home criou um campanha singular para divulgar a doutrina católica. O filme que a gente traz chama-se Epic e na página da organização tem mais outros dois. Assista e deixe seu comentário.

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Comissão aprova acordo de Brasil e Vaticano

quinta-feira, agosto 13th, 2009

A Câmara pode aprovar nos próximos dias um acordo entre o governo brasileiro e o Vaticano assinado pelo presidente Lula em novembro de 2008.

A reportagem é de Ana Flor e publicada pelo jornal Folha de S. Paulo.

Apesar do protesto de igrejas cristãs tradicionais, evangélicos, grupos ateus e até mesmo entidades católicas que defendem o Estado laico, a Comissão de Relações Exteriores da Câmara aprovou ontem o texto.

O acordo segue para três comissões, mas, como corre em regime de urgência, pode ser votado no plenário imediatamente. A Folha apurou que houve acordo entre os líderes da Casa para que o texto fosse apreciado no plenário assim que passasse pela Comissão de Relações Exteriores. O texto precisa passar pelo Senado. (mais…)

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Vaticano inaugura “Big Brother” católico na web em casa de veraneio do papa Bento 16

quarta-feira, agosto 5th, 2009

da France Presse, na Cidade do Vaticano.

Uma câmera ligada à internet foi instalada na residência de veraneio do papa Bento 16.

A ideia é que o sistema permita a conexão dos fiéis católicos, a fim de assistir o pontífice fazendo seus passeios.

O anúncio do “Big Brother” católico foi feito nesta quarta-feira (5).

A câmera foi colocada nos jardins do Castel Gandolfo, que fica a aproximadamente 30 km de Roma.

Já há outras cinco câmeras espalhadas pela Cidade do Vaticano, que se tornaram bastante populares na internet, segundo o jornal “L’Osservatore Romano”.

As imagens do “Big Brother” católico podem ser vistas no site oficial do Vaticano: www.vaticanstate.va.

(Fonte Folha On Line)

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Não conte ao Papa

terça-feira, junho 30th, 2009

“Enquanto o Papa exorta os padres ordenados a refletir neste Ano Sacerdotal, o chamado se dirige a todos nós para que reflitamos sobre como estamos vivendo o nosso ministério na Igreja e no mundo.”

Essa é a opinião de Nicole Sotelo, autora de “Women Healing from Abuse: Meditations for Finding Peace” (Paulist Press), e coordenadora do sítio ww.womenhealing.com. O artigo foi publicado no sítio National Catholic Reporter, 11-06-2009. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Eis o texto.

O Papa Bento XVI declarou o dia 19 de junho como o começo do Ano Sacerdotal. Ele proclamou que, “sem o ministério presbiteral, não haveria Eucaristia, não haveria missão e nem mesmo Igreja”. Eu odeio ser a primeira pessoa a informá-lo, mas a Eucaristia, a missão e a Igreja já existiam bem antes do surgimento do sacerdócio.

De acordo com os Evangelhos, Jesus não era um padre, nem os seus discípulos. Vemos referências a Jesus como um padre na Carta aos Hebreus. O autor usa a palavra para se referir a Jesus como o novo e último “Sumo Sacerdote”, encerrando uma grande sucessão de líderes judeus. O autor afirma que os padres não são mais necessários, porque não se precisa mais de sacrifícios. Jesus foi o sacrifício último e é o nosso sumo sacerdote último.

Talvez o Papa tenha esquecido que Jesus não estava focado no sacerdócio. Ele estava focado no ministério. Ele chamou as pessoas a ministrar junto com ele, independentemente de seu status na sociedade. Ele chamou pescadores e coletores de impostos e a mulher com sete demônios. Todos eram responsáveis pela edificação do reino de Deus.

Todos eram convidados a ministrar, e fizeram isso com vários títulos dados a eles pela comunidade, baseados em seus dons. Alguns eram chamados de profetas, outros, de mestres, e outros ainda de apóstolos. Foi apenas depois que se começou a ver a emergência de uma estrutura ministerial formal com uma terminologia correspondente, quando os seguidores de Jesus foram influenciados e integrados ao Império Romano. Até 215 d.C., não temos evidências de uma ordenação ritual de bispos, padres e diáconos.

O surgimento de uma estrutura clerical levou, eventualmente, à divisão da fé cristã em “clero” e “leigos”. Nos primeiros anos do surgimento do cristianismo, porém, Paulo lembrou os seguidores de Jesus: “Já não há judeu nem grego, nem escravo nem livre, nem homem nem mulher, pois todos vós sois um em Cristo Jesus” (Gálatas 3, 28).

Depois do surgimento da ordenação e do sacerdócio, desenvolveu-se uma ordem hierárquica entre os fiéis. A palavra “ordenação” deriva do latim “ordinare”, que significa “criar ordem”. Desenvolveu-se do uso romano da palavra “ordines”, que se referia às classes de pessoas de Roma de acordo com a sua elegibilidade para as posições de governo.

Os leigos se tornaram “des-ordenados” do clero. A palavra “leigo” se origina da palavra “laikoi”, que se refere àqueles que, na sociedade greco-romana, não eram “ordenados” no âmbito da estrutura política estabelecida. O termo “clero” vem da palavra “kleros”, que significa “grupo separado”.

Enquanto muitos cristãos continuaram a ministrar dentro da Igreja, e até algumas mulheres sustentavam os títulos de diaconisas, sacerdotisas e bispas, muitos dos que possuíam esses títulos faziam parte de um grupo limitado de homens pertencentes ao contexto de uma ordem sócio-política e religiosa particular.

Isso perdurou até 1964, quando o Concílio Vaticano II lembrou para a Igreja que o papel de ministro, ou padres, não estava limitado aos ordenados, mas era um chamado a todos os batizados. O documento “Lumen Gentium” proclamava que os leigos se tornavam ” participantes, a seu modo, da função sacerdotal, profética e real de Cristo, e exercem, pela parte que lhes toca, a missão de todo o Povo cristão na Igreja se no mundo” (31).

O presbiterato, que deriva do fundamento dos ministérios primitivos dos seguidores de Jesus, voltou então para todos os cristãos. Todas as pessoas são novamente chamadas ao ministério. Todos os cristãos são chamados a participar dos papéis proféticos, soberanos e, sim, até mesmo sacerdotais dentro da missão da Igreja.

Portanto, enquanto o Papa exorta os padres ordenados a refletir neste Ano Sacerdotal, o chamado se dirige a todos nós para que reflitamos sobre como estamos vivendo o nosso ministério na Igreja e no mundo.

Eu não me preocuparia em contar ao Papa que a Eucaristia, a missão e a Igreja existiam bem antes do sacerdócio, nem que o Ano Sacerdotal deveria realmente ser um ano dedicado a todos os leigos. Pelo contrário, precisamos compreender isso por nós mesmos.

O Ano Sacerdotal é uma oportunidade para todos os fiéis cristãos refletirem sobre o ministério presbiteral e, fazendo isso, reivindicar o nosso próprio ministério.

(Fonte IHU)

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